O Rio Grande pede… implora… exige… sapateia… chora… sacode… e pode dar murro na mesa…

Foi bem mais que um pedido. Foi um recado. E não teve nada mais importante, ontem (dia 09), na nossa vida política, do que este recado que o Rio Grande mandou ao governador.

E o recado está dado, através da Carta Aberta lida pela radialista Kátia Suman no Chalé da Praça XV, um dos pontos mais tradicionais, querido e frequentado da capital dos gaúchos – a Praça estava lotada, mas a sonorização permitiu que todo mundo ouvisse bem claramente as palavras serenas (mas contundentes), assinadas por artistas, professores e outros intelectuais da terra (*).

(*) Estou falando de gente que faz coisas muito bonitas, que o Rio Grande ama e reconhece, como os textos bem humorados e generosos de Luiz Fernando Veríssimo; a poesia musical de Nei Lisboa, Vítor Ramil… o estudo sobre a cultura gaúcha do professor Luís Augusto Fischer …

Não preciso me estender muito. Melhor do que eu poderia, fala a reportagem do site Sul 21, obra da jornalista Fernanda Canofre (também autora da foto que aproveitei para ilustrar este rápido alerta):

http://www.sul21.com.br/jornal/carta-aberta-pede-que-sartori-suspenda-extincoes-de-fundacoes-e-se-abra-ao-dialogo/

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