A ideia é ajudar. Isto é bem diferente de bajular. Também não tem nada a ver com atirar pedras. Mas tem muito a ver com ser crítico.

Ajudar quem? Ajudar as pessoas, aquelas que me são mais próximas. Então, pra começo de conversa: ajudar o povo de Novo Hamburgo. Gaúchos também. Brasileiros idem… e latino-americanos. Terráqueos?…

Pretensioso, né? Até pode ser. Mas, vamos lá: quem tem algo a dizer não pode perder tempo fingindo modéstia. Se eu acho que minha informação e opinião podem ter valor – podem ajudar parece bem lógico que eu me esforce para que sejam ouvidas. Se servem ou não, quem vai dizer é o leitor.

Vai ter quem goste e quem não goste. Vai ter quem deteste. Tomara que tenha também quem ame.

Ajudar é dar a mão. No caso de quem escreve, é informar e dar palpite com honestidade.

E isto não quer dizer posar de imparcial. Pelo contrário é ter e declarar lado, pontos de vista e interesses – interesses também podem ser legítimos. Mas quer dizer respeitar – e ouvir com interesse – quem tem entendimentos e interesses diversos.

Tem que saber pedir desculpas. Não pode ser cag… ops, não pode ser covarde.

É que volta e meia a gente precisa cuspir fogo pra defender o que a gente considera justo. Mas pode fritar o peixe errado. Então, a mesma coragem que se tem pra cuspir fogo, tem que ter pra pedir desculpas.

Mas, voltando ao início deste papo, quem é o próximo? Esta pergunta já foi feita e respondida há mais de dois mil anos.

E podem ter certeza, o próximo não está entre os fariseus.

Anúncios